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“Questões que impedem o desenvolvimento econômico da região são pauta na Acijs”

Foto Arquivo OCP News

Por: Pedro Leal

06/04/2019 - 05:04

Questões que de alguma maneira trazem entraves ao desenvolvimento econômico da região do Vale do Itapocu, seja na esfera municipal, estadual e federal, estarão em pauta no Encontro Empresarial da Acijs, nesta segunda-feira, dia 8.

Para debater sobre o tema, estarão presentes representantes de diversas entidades ligadas ao setor produtivo e de representação classista, do poder público e da comunidade.

O encontro ocorre às 18 horas, no Centro Empresarial de Jaraguá do Sul e é aberto à participação de empresários, profissionais de todas as áreas e ao público em geral.

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Estarão no centro do debate aspectos regulatórios de legislações, portarias e outros mecanismos em setores de licenciamento ambiental, nas áreas fiscal e tributária, processos de abertura e fechamento de empresas, entre outros pontos que fazem parte do dia a dia de empresas e da sociedade em geral.

O presidente da Acijs, Anselmo Luiz Jorge Ramos, pontua o encontro como um momento relevante para a classe empresarial, destacando a importância de empreendedores de todos os portes e segmentos participarem.

“Há muitas questões complexas que inibem as empresas no momento em que planejam expandir suas atividades seja em projetos que já estão previstos ou de novos investimentos”, diz.

Segundo o empresário, conhecer estes marcos regulatórios e definir formas de alterar situações que geram a apreensão das empresas é decisivo no momento em que se projeta o reaquecimento da economia, pois estes são entraves que impactam diretamente na melhor arrecadação para os agentes públicos embora também ajudem na geração de mais emprego e renda na região.

Estão confirmadas as presenças, além da ACIJS, de representantes da APEVI, da CDL de Jaraguá do Sul, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação de Engenheiros e Arquitetos, do Sindicato dos Contabilistas, da Associação de Imobiliárias, Prefeitura e Câmara de Vereadores.

Fundações privadas e entidades sem fins lucrativos encolheram 14%

O mercado brasileiro registrou queda de 14% no número de fundações privadas e associações sem fins lucrativos (Fasfil). São 237 mil fundações equivalentes a 4,3% de 5,5 milhões de empresas e entidades públicas e privadas, lucrativas e não lucrativas do Cadastro Central de Empresas (Cempre).

Os números são de 2016 e foram divulgados nesta sexta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As Fasfil responderam, em 2016, por 2,3 milhões de pessoas ocupadas assalariadas, que correspondem a 5,1% do total.

 

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Pedro Leal

Analista de mercado e mestre em jornalismo (universidades de Swansea, País de Gales, e Aarhus, Dinamarca).