Recebi com exclusividade a informação de uma iniciativa que merece atenção em Corupá. O vereador Alexandre Schultz decidiu investir recursos próprios na instalação de um sistema de monitoramento dos rios, permitindo que a população acompanhe, em tempo real, a situação dos níveis de água.
A ideia ganhou força diante do histórico de cheias do município e da possibilidade de novos eventos extremos. Mais do que acompanhar o rio, a ferramenta pode ajudar moradores a tomar decisões com antecedência e evitar outro problema comum durante as enchentes: a curiosidade que leva pessoas às ruas justamente quando bombeiros e equipes de resgate precisam de espaço para trabalhar.
Há ainda um detalhe que merece ser destacado: não há dinheiro público envolvido na iniciativa. Schultz confirma que o investimento é particular e que a proposta nasceu de uma visão de comunidade, na qual cada um pode contribuir para tornar a cidade mais preparada.
Na política, nem toda iniciativa precisa começar com uma obra milionária ou com recursos do orçamento público. Às vezes, começa com alguém percebendo um problema e decidindo fazer alguma coisa. Em Corupá, o vereador Alexandre Schultz fez essa escolha. Agora, cabe observar se a iniciativa vai inspirar outras ações.
STF novamente no centro da eleição em SC
As novas revelações devem recolocar o STF no debate eleitoral em Santa Catarina. Candidatos que já abordavam o tema terão novos elementos para tratar do assunto durante a campanha. E aqueles que ainda não se manifestaram podem ser questionados pelos eleitores sobre qual é a sua posição diante das mensagens atribuídas a Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, que agora estão sob análise no próprio Supremo.
Cury cresce nas pesquisas, mas ainda é discreto em Jaraguá
Augusto Cury vem ganhando espaço nas pesquisas para o governo de Santa Catarina, mas sua presença ainda não parece ter chegado às ruas de Jaraguá do Sul. É até curioso: na casa de muita gente provavelmente há um livro do escritor, mas a campanha ainda não é percebida com a mesma força. A pergunta é se o crescimento nas pesquisas também vai aparecer nas urnas por aqui.